CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 489 DE 06 DE ABRIL DE 2017

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Ano 3 | nº 48906 de Abril de 2017

NOTÍCIAS

Maioria dos mercados suspendeu restrições à carne brasileira, diz Maggi

Informação foi dada pelo ministro, no encerramento da reunião do Conselho Agropecuário do Sul, na Argentina

O Brasil já conseguiu reabrir a maioria dos mercados que havia imposto restrições às carnes brasileiras, disse o Ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), no encerramento da XXXIII Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), em Buenos Aires. As medidas restritivas se deviam à repercussão internacional da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, em investigação de frigoríficos. Na Argentina, Blairo Maggi reuniu-se com ministros da Agricultura da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. “Ainda há alguns mercados fechados no Caribe, mas, ontem, a Jamaica também reabriu e, em seguida, Barbados fez o mesmo”, comentou o ministro. “Assim, sucessivamente, vão sendo retiradas as últimas restrições”, acrescentou, ressaltando que a investigação é sobre condutas de pessoas e não sobre a qualidade das carnes brasileiras. Maggi reafirmou que houve equívoco na forma de divulgação da operação e lembrou que o Ministério da Agricultura enviou aos mercados todos os esclarecimentos solicitados, sempre com muita transparência. “O Brasil deu as devidas explicações não só aqui no CAS, mas no mundo inteiro”. Maggi destacou ainda que o Brasil compreende a preocupação no mercado internacional. “Todos os países importadores têm o direito de ser mais seletivos e investigativos, para ter mais certeza sobre o que estão recebendo. Não reclamamos disso, porque cada país deve manter a sua legislação e a sua segurança”. O Ministro aproveitou o final da reunião para informar que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deverá apresentar, até o fim do ano, pesquisa com a produção de carne com emissão zero de carbono. “Todo o processo [de criação de bovinos] vem sendo desenvolvido com mitigações, com a melhoria de pastagens e tudo mais. Até o fim do ano, a Embrapa vai apresentar o balanço desse trabalho ao Brasil e ao mundo”.

MAPA

Boi Gordo: com desconto do Funrural negócios giram em patamares menores

O Indicador Esalq-USP é livre de impostos, o que exclui 2,3% do valor negociado…

Com o desconto do Funrural, mesmo que em pequeno volume, os negócios em São Paulo têm girado em patamares mais baixos, ao redor de R$ 130,00 e R$ 135,00/@, à vista, em São Paulo. Vale ressaltar que o Indicador Esalq-USP é livre de impostos, o que exclui 2,3% do valor negociado.

Radar Investimentos

Estoque elevado faz Frialto reduzir abates em mais de 30%

Para o Diretor do Frialto, a retomada dos níveis de produção de carne bovina deve ocorrer gradualmente

Os maiores frigoríficos do país não foram os únicos a reduzir o nível de produção de carne bovina em decorrência da Operação Carne Fraca, que afetou a demanda externa e prejudicou as vendas no mercado interno. O Frialto, frigorífico mato­grossense de médio porte que fatura cerca de R$ 1 bilhão por ano, diminuiu os abates em mais de 30%. “Ficamos com muito estoque”, disse ao Valor o Diretor da empresa, Paulo Bellincanta. Segundo ele, a queda das vendas nos mercados externo e interno obrigou a companhia a pisar no freio. “O melhor era dar um tempo na oferta de carne para as coisas assentarem e o consumo voltar ao normal”, argumentou o empresário, que é um dos sócios do frigorífico. Atualmente, o Frialto abate bovinos em duas unidades. Em Matupá, na porção norte de Mato Grosso, os abates foram reduzidos de 800 bovinos por dia para 500 cabeças devido à Operação Carne Fraca, redução superior a 35%. O Frialto também deu férias coletivas aos funcionários da área de desossa da unidade de Matupá. Conforme Bellincanta, as férias coletivas durarão 20 dias. Em torno de 250 funcionários dessa planta entraram em férias coletivas. Na unidade de Nova Canaã do Norte, também em Mato Grosso, os abates foram reduzidos em 30%, para 350 bovinos por dia, segundo Bellincanta. Na unidade que tem em Sinop, o Frialto faz apenas a dessosa, mas essa atividade também foi afetada. Diante do menor número de bovinos abatidos, naturalmente há menos a desossa. Para o Diretor do Frialto, a retomada dos níveis de produção de carne bovina deve ocorrer gradualmente. “A aposta que fazemos é que, ao longo deste mês, haja uma retomada do processo aos níveis anteriores [à Carne Fraca]”, afirmou. No momento, ressaltou, os importadores estão barganhando. “Temos alguns mercados querendo comprar, mas exigindo preços menores. Então, é preferível reter o abate para não admitir uma queda do preço em dólar”, acrescentou Bellincanta.

VALOR ECONÔMICO

Marfrig e Minerva reduzem temporariamente produção em unidades de bovinos

A Marfrig e a Minerva decidiram reduzir temporariamente a produção em plantas de processamento de carne bovina, informaram as empresas por meio das assessorias de imprensa nesta semana

A Minerva concedeu férias coletivas de 20 dias na planta de Várzea Grande (MT). A empresa informou que a parada é para manutenção. Já a Marfrig deu dez dias de férias coletivas para o segundo turno do setor de abates da unidade de Tangará da Serra (MT), sem detalhar os motivos para a decisão. Na semana passada, a JBS já havia informado que concedeu férias coletivas de 20 dias, prorrogáveis por mais dez, em dez de suas 36 plantas de processamento de bovinos no Brasil, para ajustar estoques após a redução na demanda provocada pela divulgação da Operação Carne Fraca. Dezenas de países compradores de carnes brasileiras chegaram a bloquear as importações dos produtos por cerca de uma semana após o anúncio da investigação sobre suposto esquema de propina envolvendo 33 fiscais federais agropecuários e 21 plantas frigoríficas. Os principais importadores do produto brasileiro já derrubaram os embargos, mas as vendas externas de carne bovina foram afetadas na última semana de março pela redução nas compras. Os embarques de carne bovina in natura somaram 98,2 mil toneladas em março, queda de 11,3% em relação ao mesmo mês de 2016 e aumento de 23,8% ante fevereiro, segundo dados da Balança Comercial divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio e Serviços. Em receita, as exportações somaram US$ 403,6 milhões em março, queda de 1,84% em relação a março de 2016 e 23,8% superior ao registrado em fevereiro.

CARNETEC

Mercado do boi gordo com calmaria nos negócios

Mercado do boi gordo travado e com poucas movimentações nesta quarta-feira

Na maioria das praças pesquisadas pela Scot Consultoria o que se nota é estabilidade nas referências para a arroba de animais terminados. A queda de preço observada nas últimas semanas resultou em menor oferta de boiadas para abate. Parte dos pecuaristas tem retido suas boiadas aguardando uma recuperação no preço da arroba dos animais terminados. Contudo, o lento escoamento da produção permite que as indústrias trabalhem com programações de abate mais enxutas. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados está cotado em R$9,21/kg. Na comparação com o mesmo período do ano anterior houve piora de 7,2%. Para curto prazo fica a expectativa quanto à demanda, uma vez que, sazonalmente, a primeira quinzena do mês é um período com maior escoamento da produção.

SCOT CONSULTORIA

Custos de produção dão trégua para o pecuarista de corte em março

Os custos de produção da pecuária de corte de alta e baixa tecnologias caíram em março

Segundo o Índice Scot Consultoria, os recuos foram, respectivamente, de 2,2% e 3,0%, em relação a fevereiro deste ano. As quedas nos preços dos combustíveis/lubrificantes, dos alimentos concentrados energéticos e proteicos e dos suplementos minerais explicam o cenário. Na comparação ano a ano, foi a primeira vez nos últimos doze meses que o indicador ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com março de 2016, os custos de produção da atividade caíram 3,5% para a pecuária de corte de alta tecnologia e 1,6% para a atividade de baixa tecnologia.

SCOT CONSULTORIA

Queda nas exportações de carne bovina in natura em março

Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em março, o Brasil exportou 98,2 mil toneladas de carne bovina in natura, com faturamento total de US$ 403,6 milhões.

A média diária foi de 4,3 mil toneladas embarcadas, uma queda de 15,2% em relação março deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o volume exportado foi 11,3% menor. Já em relação a fevereiro último, o volume aumentou 23,9%.

SCOT CONSULTORIA

Mercado de boi gordo trava com Funrural e Carne Fraca

Queda no consumo interno e externo aumentou estoques das indústrias, que foram obrigadas a reduzir a produção

Sem referência para o preço da arroba após a operação Carne Fraca e com a volta da cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), o mercado do boi gordo está travado. O diagnóstico foi levantado na quarta-feira, dia 5, durante o Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria, em Ribeirão Preto (SP). A queda no consumo de carne no mercado interno e externo aumentou os estoques das indústrias, que foram obrigadas a reduzir a produção. O Gerente de compras de gado da Minerva Foods, Fabiano Tito Rosa, afirma que o mercado perdeu referência tanto do valor da carne quanto do boi. “Não ocorriam negócios nas cotações publicadas nos últimos dias, e alguns agentes ao longo de toda a cadeia trabalhavam com outros preços, onde também não ocorriam negócios. Aparentemente as coisas estão se acertando, os preços cederam ao longo de toda a cadeia”, diz Rosa. Também foi destacado que a reabertura dos mercados externos não representa aumento de preços ou liquidez do mercado. “Agora entram as questões comerciais, entra uma renegociação. O ritmo dos negócios em relação ao que a gente tinha antes diminuiu”, assegura o Gerente da Minerva. Segundo levantamento da Scot Consultoria, nos últimos seis meses os preços de 22 tipos de cortes de carne caíram 12% no atacado em São Paulo e 4,6% no varejo. Apesar disso, a margem dos frigoríficos aumentou durante o período. Para o presidente da consultoria, Alcides Torres, o cálculo da margem é feito diante da pesquisa de preços no varejo e no atacado. “A indústria afirma que o cálculo dos índices é feito por meio dos preços, mas é preciso ver a quantidade, ao que nós não podemos ter acesso, pois são informações privadas. Então, pela ótica dos indicadores, a situação melhorou”, diz.

CANAL RURAL

Entidades orientam produtor com liminar a não pagar Funrural por enquanto

Como ações serão analisadas e podem cair, empregador rural deve começar a guardar dinheiro; para quem não tem liminar e parou de pagar, o melhor é voltar a contribuir com o fundo

Entidades do agronegócio reunidas em Brasília, nesta quarta-feira, dia 5, decidiram orientar os produtores que obtiveram liminar a não pagar o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). A ideia é esperar até que decisão preliminar seja definitivamente derrubada após o parecer do Supremo Tribunal Federal. A reunião durou mais de três horas e contou com a presença de advogados e presidentes de mais de 40 entidades do agronegócio. Ao final do encontro, ficou decidido que a orientação para o empregador rural pessoa física, que tem liminar, será de não pagar a contribuição, pelo menos até que a liminar seja efetivamente derrubada. O advogado do Instituto Pensar Agro, Rudy Ferraz, afirma que a cobrança do fundo sempre foi devida. “A liminar apenas suspendeu, eventualmente, essa cobrança. O Supremo vai notificar esses processos e essas liminares vão acabar sendo derrubadas, de acordo com o caso”, diz. Já o advogado Eduardo Lourenço, afirma que há ainda todo um trâmite até que os efeitos da decisão cheguem ao processo judicial, que está em sua primeira instância. “Há o envio de ofício do Supremo, que vai oficiar todos os TRFs (Tribunais Regionais Federais). Os TRFs vão oficiar as varas que têm esse processo e, com isso, as liminares podem ser caçadas ou não, a depender do caso”, conta. Como as liminares devem ser derrubadas em breve, a recomendação é que o produtor comece a guardar dinheiro. “Existe a possibilidade de ter que pagar o retroativo. Em cada situação vamos ter que analisar, porque tem a questão se já houve lançamento ou não, de quando é o processo judicial, que aí vamos trabalhar no prazo decadencial para Receita cobrar essas pessoas”, completa Lourenço. O Presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Normando Corral, reconhece que os produtores sabiam que as liminares não eliminavam a dívida. “Nós estávamos esperançosos que a decisão seria outra. Ela nos pegou de surpresa, não tem como dizer que não, mas vemos que não fomos os únicos, já que de 11 ministros, seis votaram dizendo que a ação era constitucional e cinco, que era inconstitucional”, disse. Mas, para quem não tem liminar e mesmo assim parou de recolher o Funrural, a orientação é voltar a contribuir com o fundo imediatamente. A ideia é evitar que a dívida com juros e multas aumentem ainda mais, já que esses produtores não vão poder alegar que estavam amparados por decisões judiciais anteriores. “Nossos produtores, nesse momento, tanto na questão de soja, milho, pecuária, estamos em questão de preços em decadência, receita deficitária nas propriedades. Mais essa penalidade do Funrural seria muito ruim”, completou o Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Endrigo Dalcin.

CANAL RURAL

Governo de São Paulo contesta repasse de imposto para carne

O consumidor paulista deve começar a sentir no bolso um aumento de preços que ficará entre 6% e 7% na compra de carnes bovinas e suínas, frangos e derivados a partir deste mês, segundo a Apas (Associação Paulista de Supermercados)

O aumento é resultado do fim de isenção de ICMS sobre a carne em São Paulo, definida pelo governo do Estado em decreto publicado no fim de dezembro e que entrou em vigor no dia 1º deste mês. A mudança eleva o imposto, que estava zerado desde setembro de 2009, para 7% em abatedouros e indústrias e 11% no varejo. Levando em conta que o ICMS possui mecanismo em que o que é pago de imposto por um fornecedor pode ser usado como crédito por quem revende o produto e considerando custos operacionais e margens dos supermercados, a Apas chegou à estimativa de aumento de preços de até 7% para o consumidor final. Segundo Eduardo Kawakami, Vice-Presidente da associação, os supermercados atuam em ambiente muito competitivo, o que aperta suas margens. Por isso, será inevitável repassar o aumento.

FOLHA DE SP

Pecuaristas irão lançar a Acripará

Associação nos moldes da Acrimat deve atender às demandas dos produtores do Estado do Norte

Neste sábado, 8, acontece em Marabá, PA, uma reunião de sindicatos rurais paraenses para definir os últimos detalhes da criação da Associação dos Criadores do Estado, a Acripará. Iniciativa encabeçada pelo produtor Mauricio Fraga Filho, da Fazenda Porangaí, a associação deve funcionar nos moldes da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), atendendo demandas do setor junto a órgãos governamentais. De acordo com o também idealizador José Maria Goldschmidt Filho, da Agro SB, a Acripará levará para as autoridades competentes assuntos relacionados a impostos e questões fundiárias discutidos internamente entre os produtores. “No momento, a prioridade é também fortalecer a cadeia da carne como um todo: produtores, indústria e varejo”, diz Goldschmidt Filho. A proposta é que a Acripará realize ainda capacitação de produtores, cursos, treinamentos e palestras. Até o momento, estão confirmados para a reunião deste sábado representantes dos sindicatos de Santana do Araguaia; Redenção, Cumarú do Norte; Pau D’arco; Rio Maria; Xinguara; São Felix do Xingu; Tucumã; Parauapebas; Marabá; Sapucaia; Canaã dos Carajás e Paragominas. Na ocasião deverá ser definida a diretoria da nova associação e a localização da sede. 

Portal DBO

INTERNACIONAL

Rabobank: Brasil pretende expandir os mercados de carne bovina na Ásia e indústria australiana deve se diferenciar

O economista sênior do Rabobank, Adolfo Fontes, disse que a indústria de carne australiana deve continuar focando em diferenciar seus produtos à medida que o Brasil expande seus mercados na Ásia.

O Brasil ultrapassou a Austrália como o maior exportador de carne bovina para a China em 2016, oferecendo uma proteína mais barata e tem forte interesse na Coréia do Sul e na reabertura do comércio com o Japão. O Japão suspendeu as importações de carne bovina brasileira em 2012. A Indonésia também vem expressando interesse há alguns anos na abertura de um comércio de gado vivo com o Brasil, com protocolos de biossegurança atualmente sendo discutidos. Fontes disse aos produtores na conferência da Associação dos Pecuaristas do Território do Norte, na Austrália, que o Brasil está com a intenção de aumentar sua presença no mercado internacional, com confiança renovada dado que agora tinha acesso aos Estados Unidos. Ele disse que atualmente não há grande concorrência com a Austrália, mas isso pode mudar nos próximos anos. “Mesmo na China, o Brasil está apenas enviando carne bovina congelada que vai para as companhias de processamento. A Austrália está mais focada na carne refrigerada, indo para o foodservice com um produto premium. Podemos ver que o Brasil já está fazendo algumas melhorias em termos de genética, usando mais confinamentos, tentando aumentar a produtividade. Talvez no futuro, nos próximos 10 anos, o Brasil possa exportar carne premium em um bom volume e provavelmente será capaz de competir com a Austrália”. Fontes disse que a demanda por carne bovina no mercado internacional aumentaria cerca de 10 milhões de toneladas em 10 anos, com espaço para diferenciação de produtos. “No futuro, considerando tudo o que está acontecendo no Brasil, provavelmente seremos capazes de ser um concorrente maior nos próximos 10 anos. Assim, os australianos devem pensar como se diferenciar no futuro para poder competir em um mundo diferente”. Em março, foi revelado que alguns países suspenderam as importações de carne bovina do Brasil, após as alegações de que o país estava processando carne podre. Fontes disse que o país tem aproximadamente 4.800 frigoríficos, dos quais apenas 21 estavam sob a investigação. “O Brasil foi capaz de fornecer todas as informações, todos os detalhes sobre essas investigações, e depois de uma semana todos esses países reabriram seus mercados para o país. Claro que há um impacto no curto prazo, à medida que provavelmente em março o Brasil verá um declínio nas exportações de carne bovina. No futuro, acredito que as coisas voltarão ao normal, como sempre”.

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