CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 476 DE 20 DE MARÇO DE 2017

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Ano 3 | nº 476| 20 de Março de 2017

ABRAFRIGO

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O Presidente da República, Michel Temer, com o Presidente Executivo da ABRAFRIGO, Péricles Salazar, durante a reunião ministerial realizada no domingo, em Brasília, (19) em que foram elencadas as medidas para acompanhar a repercussão interna e externa da ação deflagrada na sexta-feira pela Policia Federal que investiga o setor de frigoríficos.

NOTÍCIAS

Blairo Maggi culpa ‘narrativa’ da PF por criar ‘fantasias’ sobre carne

Blairo também informou, na coletiva, que a União Europeia e a China pediram informações sobre o caso ao governo brasileiro

Após reuniões de emergência com o presidente Michel Temer, embaixadores de diversos países e representantes da indústria de carnes, o Ministro Blairo Maggi criticou nesta noite o que chamou de “narrativa” conduzida pela Polícia Federal nos inquéritos da Operação Carne Fraca. De acordo com ele, do ponto vista sanitário, da qualidade da carne brasileira, a narrativa usada pela PF “nos leva a criar fantasias” de que a indústria ou a fiscalização federal agropecuária não tomam cuidado com os processos de produção de alimentos no Brasil. “Nós respeitamos as investigações, mas questionei o Diretor da PF [Leandro Daielo] o porquê da não presença do Ministério da Agricultura nas investigações. Não estávamos presentes para saber que cabeça de porco estava em linguiça fabricada”, afirmou. “Não houve laudos até agora dos processos, mas quero crer que a investigação tome um novo rumo de agora em diante”, completou. “No caso do papelão, está se falando que havia papelão dentro de carne, mas na verdade os áudios estavam se referindo a embalagens, isso não existe, é idiotice”, afirmou, referindo-­se a uma conversa gravada entre funcionários da BRF. O Ministro ponderou, no entanto, que Daielo lhe explicou que o Ministério da Agricultura não foi chamado a colaborar com a Carne Fraca, pois a operação visava investigar “apenas pessoas do Ministério”. “Mas ficou combinado que de hoje em diante o Ministério e a PF vão trabalhar juntos e os técnicos do Ministério vão dar amparo técnico às investigações”, disse. Blairo também informou, na coletiva, que a União Europeia e a China pediram informações sobre o caso ao governo brasileiro.

VALOR ECONÔMICO

Nota à imprensa da Presidência da República – 19/03

Convoquei neste domingo reunião ministerial para tratar dos fatos relativos à segurança dos consumidores nacionais e internacionais no que concerne à qualidade das carnes produzidas no país.

Decidiu-se:

1 – acelerar o processo de auditoria nos estabelecimentos citados na investigação da Polícia Federal, 21 unidades no total. Três desses já foram suspensos e todos os 21 serão imediatamente colocados sob regime especial de fiscalização a ser conduzida por força tarefa específica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). É importante sublinhar que, de 11 mil funcionários, apenas 33 estão sendo investigados e que, das 4.837 unidades sujeitas à inspeção federal, apenas 21 supostamente envolvidas em eventuais irregularidades. Dos 21 apenas seis exportaram nos últimos 60 dias. Na sequência, o Mapa informará quais países receberam os produtos, quais foram eles e a origem por empresas. Ressalta-se: o objetivo da apuração não é o sistema de defesa agropecuário, cujo rigor é reconhecido, mas alguns poucos desvios de condutas;

2 – reiterar às missões estrangeiras que todas as plantas exportadoras permanecem abertas às inspeções dos países importadores e ao acompanhamento das atividades do sistema nacional de controle, um dos mais respeitados do mundo;

3  – reforçar a cooperação entre o Mapa e a Polícia Federal para apurar eventuais desvios no sistema de defesa agropecuária.

O governo federal reitera sua confiança na qualidade do produto nacional, que tem conquistado o consumidor e obtido aprovação dos mercados mais exigentes do ponto de vista de fiscalização e defesa agropecuária. O Mapa tem rigoroso serviço de inspeção de produtos de origem animal. Esse padrão de excelência abriu as portas de mais de 150 países, com permanente auditoria, monitoramento e avaliação de risco. Ademais disso, ao chegar a seus destinos, os produtos são também sujeitos à inspeção local. Somente em 2016, foram expedidas 853 mil partidas de produtos de origem animal do Brasil para o exterior e apenas 184 foram consideradas, pelos importadores, fora de conformidade, muitas vezes por causa de temas não sanitários, como rotulagem e preenchimento de certificados.

Brasília, 19 de março de 2017.

Michel Temer, Presidente da República

MAPA

SDA divulga medidas sobre frigoríficos e servidores investigados

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou neste domingo (18/03) nota sobre as medidas adotadas, até o momento, sobre a operação policial que envolve estabelecimentos de produção de proteína animal. Abaixo, a íntegra da nota:

“Este Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento tomou conhecimento na data de sexta-feira (17/03/2017), pela imprensa, da operação denominada “Carne Fraca”, cujas investigações, iniciada há dois anos, tiveram motivação inicial por denúncia de Auditor Fiscal Federal Agropecuário. A Polícia Federal cumpriu diversos mandados de busca e apreensão, de condução coercitiva, de prisão preventiva e de prisão temporária, envolvendo servidores do quadro de pessoal deste Ministério, empresas e pessoas a elas vinculadas. Frente às denúncias, informações divulgadas na mídia e análise das 377 páginas da decisão judicial que consta no processo nº 5002951-83.2017.4.04.7000 proferida pela 14ª Vara Federal de Curitiba, apresentamos, a seguir, as medidas já adotadas pelo MAPA, esclarecimentos técnicos sobre determinas questões veiculadas na imprensa, ações administrativas que estão em curso e outras que serão realizadas no sentido de evitar reincidências de condutas irregulares.

AÇÕES ADOTADAS

  1. Foram interditados no dia 17/03/2017, cautelarmente, os estabelecimentos: BRF S.A., localizada em Mineiros/GO, sob SIF 1010, Peccin Agro Industrial Ltda, localizada em Curitiba/PR, sob SIF 2155 e Peccin Agro Industrial Ltda – EPP, localizada em Jaraguá do Sul/SC, sob SIF 825.
  2. De forma a subsidiar as ações fiscalizatórias complementares por parte do MAPA frente aos outros estabelecimentos citados foi solicitado à Seção Judiciária do Paraná – 14ª Vara Federal de Curitiba – os laudos de análises que tenham sido realizados na execução da Operação. As informações solicitadas são salutares, principalmente, para determinação de recolhimento do mercado de lote de produtos que representem risco ou agravo à saúde dos consumidores, tendo em vista o disposto no Código de Defesa do Consumidor, estabelecido pela Lei nº 8.078, de 11/9/1990.
  3. Visando dar tranquilidade ao consumidor brasileiro, além dos três estabelecimentos mencionados acima, também foram designadas equipes de auditorias para apurar irregularidades em 18 estabelecimentos citados na “Operação Carne Fraca”. Dentre as ações fiscalizatórias serão realizadas coletas de amostras para envio à rede oficial de laboratórios do MAPA, com especial atenção aos produtos apontados nas investigações.
  4. Foi determinada pelo MAPA a abertura de processo de sindicância quanto às supostas práticas irregulares cometidas pelos servidores e a exoneração dos servidores e demais ocupantes de funções de chefia citados na Operação.
  5. Com o objetivo de confirmar aos vários países com os quais o Brasil mantém relações comerciais, a robustez do sistema de inspeção de produtos de origem animal, foram emitidas Notas para as Autoridades Sanitárias Estrangeiras, informando a natureza das investigações em curso, e as ações adotadas pelo MAPA.

MAPA

Temer busca tranquilizar importador de carne e convida para churrasco

Ele disse que o número de servidores envolvidos, 33, é “mínimo” em relação aos 11 mil funcionários do Ministério da Agricultura

Na abertura de uma reunião com embaixadores de dezenas de países importadores de carnes brasileiras, o Presidente Michel Temer afirmou que as revelações da Operação Carne Fraca são tema “urgente” pela repercussão interna e externa. No entanto, o Presidente procurou minimizar as denúncias de corrupção e até convidou os embaixadores para um churrasco no restaurante Steak Bull, no Lago Sul, região nobre de Brasília. “Nós tomamos várias deliberações no dia de hoje [domingo], a primeira delas é que se decidiu acelerar o processo de auditoria nas 21 unidades [frigoríficos] suspensas, todas elas vão ser colocadas sob regime especial e fiscalização especial do Ministério da Agricultura”, disse Temer, acrescentando que apenas seis desses 21, que vêm sendo investigados pela Polícia Federal, exportaram nos últimos 60 dias. “O que temos são alguns desvios de alguns funcionários de poucas empresas, mas todas as plantas [frigoríficas] permanecem sob inspeção dos importadores e do sistema nacional de controle sanitário”, afirmou Temer. Ele disse que o número de servidores envolvidos, 33, é “mínimo” em relação aos 11 mil funcionários do Ministério da Agricultura. E que a carne brasileira tem conquistado a confiança dos consumidores mais exigentes. Segundo ele, somente em 2016, foram expedidas 853 mil partidas de produtos de origem animal do país para o exterior, e apenas 184 foram consideradas pelos importadores fora da conformidade, não necessariamente por questões sanitárias, mas “muitas vezes por rotulagem e preenchimento de certificados”. “Quero tranquilizar os senhores embaixadores e convidá-­los ao final dessa reunião para comer uma carne brasileira, na churrascaria Steak Bull, do Pontão do Lago Sul”, concluiu.

VALOR ECONÔMICO

Operação Carne Fraca é bem-vinda por ‘higienizar’ Ministério da Agricultura
O Sócio-Proprietário da Scot Consultoria, Alcides Torres, avalia que a Operação Carne Fraca, deflagrada nesta sexta-feira, 17, pela Polícia Federal, é “bem-vinda do ponto de vista da higienização” do Ministério da Agricultura e dos demais órgãos competentes. Segundo ele, a operação contra o esquema supostamente liderado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio não deve afetar o mercado. “Os agentes entenderão que isso é um caso de corrupção e que os envolvidos estão sendo punidos. É claro que pega mal, mas a operação é de ordem técnica, o mercado é muito grande. Não deve fazer o preço da arroba ou da carne subir ou cair”, afirmou ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Torres também destacou que as exportações não devem ser prejudicadas, até porque o Brasil é um dos principais fornecedores globais de proteínas. “Mas é de se lamentar, porque vínhamos fazendo um grande trabalho em abertura de mercados, em vacinação contra febre aftosa, por exemplo,”, destacou. Pelos dados mais recentes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), nos dois primeiros meses de 2017, as vendas de carne bovina totalizaram 166,433 mil toneladas, ante 177,48 mil toneladas em igual período do ano passado (-6,22%). Sobre as vendas externas de carne de frango in natura, houve alta de 9% no volume acumulado até fevereiro, no comparativo anual, para 626,359 mil toneladas. Também no acumulado do ano, as exportações de carne suína in natura aumentaram 19%, passando de 82,98 mil toneladas para 98,65 mil toneladas. Para Torres, os representantes do setor de proteínas precisarão aguardar a conclusão das investigações para se pronunciar, mas frisou que a operação é positiva. “Virou questão de polícia, não de sanidade. O setor está batendo palmas para isso. Temos de tirar os malfeitores de lá.”

Estadão Broadcast Agro

Criador prevê volta de frigoríficos regionais e de menor porte

A Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que expôs fraudes na indústria de carnes na sexta (17), vai impor dificuldades ao país no mundo, mas pode desencadear transformações estruturais no setor, segundo Luciano Vacari, Diretor­-Executivo da Acrimat, entidade que reúne pecuaristas de Mato Grosso

O Estado tem o maior rebanho comercial do Brasil. Uma possível mudança é a retomada de frigoríficos regionais e de menor porte, que perderam força na última década, quando grandes frigoríficos como JBS e Marfrig foram incentivados com recursos do BNDES na política de campeãs nacionais. Para Vacari, a crise atual deve servir de lição para aprimorar métodos de controle. Embora seja reconhecido internacionalmente, o serviço de inspeção federal brasileiro ­identificado pelo consumidor pelo carimbo S.I.F. em alimentos de origem animal­ mostrou que tem limitações. OPERAÇÃO CARNE FRACA PF deflagra ação em grandes frigoríficos Operação contra frigoríficos prende 37 e descobre até carne podre à venda Esquema em frigoríficos repassava dinheiro a PMDB e PP, diz Polícia Federal Temer cria força­tarefa e convida embaixadores para churrascaria Governo diz que PF cometeu erros técnicos em investigação sobre carne Ministro da Justiça aparece em grampo de operação contra frigoríficos “Hoje, o agente do serviço de inspeção federal é praticamente imóvel. Ele é destinado a uma unidade [fabril] e fica lá praticamente a vida toda. Por que não criar um modelo rotativo para evitar esse vínculo?”, questiona. Para Vacari, o poder de um mesmo agente em tantas decisões, como liberação do abate, processamento e assinatura de certificado sanitário, é excessivo.

FOLHA DE SP

JBS e BRF perdem bilhões em um único dia

A operação da Polícia Federal Carne Fraca deflagrada na última sexta-feira (17) impactou as ações da JBS e da BRF. Os papéis fecharam em queda de 10,58% e 7,25%, respectivamente.

O mau desempenho na Bolsa ontem fez com que as empresas perdessem valor de mercado.

Segundo um levantamento realizado pela consultoria Economatica, a pedido de EXAME.com, a empresa dos irmãos Batista perdeu 3,456 bilhões de reais em um único dia, passando de 32,632 bilhões de reais na quinta-feira para 29,643 bilhões de reais na sexta-feira.

A BRF perdeu 2,31 bilhões de reais no mesmo período e fechou a semana valendo 29,317 bilhões de reais.

EXAME.COM

Boi gordo: a oferta de animais terminados está restrita

O mercado do boi gordo encerrou a última semana sem tendência definida

De maneira geral, a oferta de animais terminados está restrita, a disponibilidade acontece de forma gradativa na tentativa do pecuarista em segurar os preços. Entretanto, a demanda por carne bovina ainda está ruim, o que limita as tentativas de compra acima da referência. No Pará, as fortes chuvas que atingiram o estado continuam atrapalhando o embarque dos animais terminados, o que resulta em diminuição da oferta e pagamentos maiores por parte da indústria. Na região de Paragominas a arroba do macho terminado ficou cotada em R$128,00/@, à vista, alta de 0,8% desde o início da semana. No mercado atacadista de carne bovina com o osso, o boi casado de animais castrados ficou cotado em 9,64/kg, estabilidade frente à semana anterior.

SCOT CONSULTORIA

Acrimat solicita alteração da pauta

O cálculo do valor do ICMS para abate interestadual é dividido em quatro categorias de animais

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) protocolou na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) um pedido de revisão da metodologia adotada para a definição da pauta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o gado. Atualmente, o preço de referência para a taxação do animal desconsidera as diferenças existentes entre as regiões do Estado. O cálculo do valor do ICMS para abate interestadual é dividido em quatro categorias de animais: o preço da arroba do boi gordo e do novilho precoce, o preço da arroba da vaca gorda e da novilha precoce, o preço da cabeça do boi gordo e cabeça do novilho precoce e o preço da cabeça da vaca gorda ou da novilha precoce. Porém, estes valores são unificados independentemente do que é praticado em cada município. Para a comercialização de animais para cria e recria, o cálculo é dividido em oito categorias de acordo com a idade do animal, mas também desconsidera a influência da localização no preço. O Presidente da Acrimat, Marco Túlio Duarte Soares, afirma que o mais justo seria a adoção dos valores levantados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) como parâmetro para o cálculo da pauta. “Temos um instituto reconhecido nacionalmente que já faz esse levantamento regionalizado e semanal, divulgando o preço de mercado praticado em cada uma das regiões. O que pedimos é apenas que sejam consideradas as variações existentes para evitar a penalização dos produtores”. Segundo o documento apresentado pela associação, o atual método prejudica produtores de muitas regiões e chega a ser perverso com os municípios ao norte do Estado. “Além de ter o custo de produção mais caro e menor valor de venda em decorrência da logística, esse produtor ainda paga um tributo calculado com base em um preço que não é real”, disse Marco Túlio. O levantamento da última semana do Imea, por exemplo, aponta que o preço da arroba do boi variou de R$ 124,92 a R$ 127,06, sendo o valor mais alto praticado na região centro-sul do Estado e o menor, no Norte.

DIÁRIO DE CUIBÁ

Preço do sebo bovino caiu 19,2% no acumulado de 2017
A maior competitividade do óleo de soja frente ao sebo (usado como substituto na produção de biodiesel) resultou em queda na demanda pela gordura animal e, consequentemente, desvalorização no mercado

Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central o sebo está cotado em R$2,10/kg, queda de 19,2% frente ao início do ano. No Rio Grande do Sul o produto está cotado em R$2,20/kg, desvalorização de 15,4% na comparação com o início de janeiro.

Para curto e médio prazos a tendência é de que a oferta maior que a demanda mantenha o viés baixista no mercado.

SCOT CONSULTORIA

Mercado de reposição andando de lado

No panorama geral, o cenário atual do mercado de reposição é de estabilidade a pequenas quedas

A baixa movimentação no mercado do boi gordo nas últimas semanas influencia as negociações no mercado de reposição. Na média de todas as categorias de machos anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, os preços ficaram praticamente estáveis, com queda semanal de 0,2%. A conjuntura observada ainda é de oferta superior à demanda, principalmente para categorias mais jovens. Nos últimos sete dias a queda foi de 0,4% para o bezerro desmamado (6@) e de alta de 0,1% para o boi magro (12@). Em Mato Grosso, o bezerro desmamado está cotado em R$1.000,00, preço 5,7% menor do que o observado no começo do ano. Para o curto prazo fica a expectativa quanto ao comportamento das negociações no mercado do boi gordo e ao aumento gradativo na oferta de bezerro desmamado.

SCOT CONSULTORIA

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