CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 452 DE 09 DE FEVEREIRO DE 2017

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Ano 3 | nº 452 09 de Fevereiro de 2017

ABRAFRIGO NEWS

CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 452 DE 09 DE FEVEREIRO DE 2017

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Exportaciones de carne bovina brasileña inician el año con crecimiento del 10 %

RIO DE JANEIRO, 7 feb (Xinhua) — Las exportaciones de carne bovina brasileña, in natura y procesada, crecieron un 10 por ciento en enero en comparación con el mismo mes del año pasado, con un total de 107.380 toneladas, que supusieron una facturación de 418,1 millones de dólares, un 14 por ciento más en la misma comparación. Los datos, divulgados hoy por el Ministerio de Industria, Comercio Exterior y Servicios (MDIC), muestran que la región china de Hong Kong sigue siendo el principal destino de la carne bovina brasileña, con 22.900 toneladas importadas en enero, aunque un 4,2 por ciento menos que en el mismo mes de 2016. Por contra, en la parte continental de China, las compras subieron un 105 por ciento, hasta las 18.200 toneladas. Para 2017, la Asociación Brasileña de Frigoríficos (Abrafrigo) prevé un crecimiento del 10 por ciento en las exportaciones, superando el resultado de 1,5 millones de toneladas de 2016, con una posible entrada de nuevos mercados como Canadá, México, Taiwan de China, Coreal del Sur, Indonesia y Japón. Fin

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Exportaciones de carne bovina brasileña inician el año con crecimiento del 10 %

Las exportaciones de carne bovina brasileña, in natura y procesada, crecieron un 10 por ciento en enero en comparación con el mismo mes del año pasado, con un total de 107.380 toneladas, que supusieron una facturación de 418,1 millones de dólares, un 14 por ciento más en la misma comparación.

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Las exportaciones de carne bovina brasileña, in natura y procesada, crecieron un 10 por ciento en enero en comparación con el mismo mes del año pasado, con un total de 107.380 toneladas, que supusieron una facturación de 418,1 millones de dólares, un 14 por ciento más en la misma comparación. Los datos, divulgados hoy por el Ministerio de Industria, Comercio Exterior y Servicios (MDIC), muestran que la región china de Hong Kong sigue siendo el principal destino de la carne bovina brasileña, con 22.900 toneladas importadas en enero, aunque un 4,2 por ciento menos que en el mismo mes de 2016. Por contra, en la parte continental de China, las compras subieron un 105 por ciento, hasta las 18.200 toneladas.

Para 2017, la Asociación Brasileña de Frigoríficos (Abrafrigo) prevé un crecimiento del 10 por ciento en las exportaciones, superando el resultado de 1,5 millones de toneladas de 2016, con una posible entrada de nuevos mercados como Canadá, México, Taiwan de China, Coreal del Sur, Indonesia y Japón.

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NOTÍCIAS

Consumo de carne deve retornar aos 36kg/ano

Economista José Roberto Mendonça de Barros prevê, em entrevista, que o consumo que caiu para 27 kg por habitante ao ano poderá ser recuperado em dois a três anos.

Um dos economistas mais conceituados do País, José Roberto Mendonça de Barros está otimista com as perspectivas para o mercado da carne brasileira. Seja no interno, em função da esperada queda da inflação e da recuperação do nível de emprego, seja no externo, especialmente com relação ao mercado chinês. Proprietário da MB Associados, consultoria paulista que há 37 anos presta serviços na área de análise macroeconômica – mesclando condicionantes políticas com dados da economia –, ele acredita que o reaquecimento está a caminho e, com ele, a recuperação do nível de consumo da carne bovina. Mendonça de Barros aposta na vitalidade do setor para crescer não só em nichos de mercado – como o da carne gourmet –, como também em ampliar a oferta do produto para os demais segmentos consumidores.

DBO – Com a taxa de câmbio nessa faixa, já há espaço para baixar a taxa de juros e reativar a economia sem risco de aumento da inflação, não?

JRMB – Sem dúvida. A inflação deve cair significativamente. O que acontece é que em 2015 houve uma correção muito forte nos preços da energia elétrica, que subiram mais de 50%, e esse foi um dos fatores que mais pesaram no aumento da inflação. Também pesou no indicador a quebra de safra inusitada em 2015/2016, praticamente no Brasil todo, que prejudicou principalmente a produção de arroz, feijão e milho, pressionando os preços dos alimentos, inclusive as carnes. Houve uma explosão de preços dos alimentos, o que puxou a inflação para cima. Agora, com 2016 fechando abaixo da meta, em 6,3%, o preço dos alimentos se estabilizando e sem o problema do custo da energia elétrica, a projeção é que a inflação fique entre 4,5 e 5%. Então, o Banco Central tem, agora, a obrigação de baixar – e bastante – os juros. [na primeira reunião do Copom, em janeiro, a taxa foi reduzida em 0.75%, mesmo número sugerido pelo economista.]

DBO – De que forma esses fatores positivos podem favorecer o segmento das carnes?

JRMB – Com o reaquecimento da economia, melhora o poder aquisitivo do consumidor, que pode aumentar a demanda por carnes. Devemos ter, então, alguma recuperação no consumo da carne bovina. Provavelmente, no segundo semestre do ano. Por outro lado, com a estabilização do preço do milho, serão favorecidas as carnes de aves e suínos, que se tornarão ainda mais competitivas em relação à carne bovina. Mas a situação será melhor do que a de 2016.

Anuário DBO 2017

Pressão de baixa no mercado do boi gordo, mas melhoria da demanda

Testes de preços menores para o boi gordo são recorrentes em diversas regiões

Em São Paulo existem tentativas de compra de R$3,50/@ abaixo da referência, mas nos patamares menores o mercado trava. Embora a cotação da arroba do boi gordo tenha cedido em São Paulo e em mais duas praças na última quarta-feira (8/2), a oferta de boiadas não está abundante. A situação de pastagens melhores em algumas regiões do Centro-Sul permite que os pecuaristas retenham as boiadas devido aos preços menores ofertados. No mercado atacadista de carne bovina com osso houve valorizações influenciadas por uma melhoria da demanda devido ao início de mês. O boi casado de boiadas castradas está cotado em R$9,43/kg, alta de 1,5%.

SCOT CONSULTORIA

Estados do Sul poderão unificar inspeção de produtos de origem animal

Com isso, o serviço pode ser realizado por servidores estaduais e empresas credenciadas para essa finalidade

Na primeira reunião de 2017 do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul, o Codesul, nesta quarta-feira (08), na Rural Show em Cascavel, no Paraná, os governadores José Ivo Sartori, Beto Richa (Paraná), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul) e Raimundo Colombo (Santa Catarina) assinaram resolução que prevê unificar a inspeção de produtos de origem animal. Com isso, o serviço pode ser realizado por servidores estaduais e empresas credenciadas para essa finalidade. A proposta deve ser submetida à apreciação das assembleias legislativas. Se aprovada, dará permissão aos estados de reconhecimento bilateral na fiscalização de produtos de origem animal. Isso significa que um produto vistoriado em um estado não precisaria novamente ser verificado em outro estado que faz parte do Codesul, como exige o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa).
Governo do Rio Grande do Sul 

TO: Agricultura avalia terrenos disponibilizados pelas prefeituras para construção de abatedouros

Dando continuidade aos trabalhos realizados pela equipe da diretoria de Gestão de Projetos da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) teve início, nesse mês, mais uma série de visitas para avaliação dos terrenos disponibilizados pelas prefeituras para a construção de abatedouros municipais. As visitas já foram feitas em Novo Acordo, Barrolândia e Pindorama e agora será a vez dos municípios de Ananás, Campos Lindos e Paranã. De acordo com o diretor de Gestão de Projetos da Seagro, Thiago Dourado, o objetivo é finalizar os acordos de cooperação com os atuais gestores municipais e concretização dos projetos de construção dos matadouros frigoríficos, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), através do convênio firmado entre Governo do Estado e Banco Mundial. “Os terrenos estão sendo avaliados dentro dos critérios de viabilidade de implantação dos matadouros, tais como segurança e respeito ao meio ambiente”, afirma o diretor. Atualmente o processo está na fase de finalização e regularização do domínio legal com os atuais gestores municipais. Em breve os projetos serão submetidos à avaliação do Banco Mundial para contratação e execução. Os protocolos de intenção para construção dos matadouros/frigoríficos foram assinados em novembro de 2015, entre Governo do Estado, por meio da Seagro e prefeituras de Ananás, Araguaçu, Arapoema, Campos Lindos, Novo Acordo, Paranã, Pindorama, São Valério, Sítio Novo, Wanderlândia e Barrolândia.

Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins – Seagro/TO

Exportações de carne bovina in natura caíram na primeira semana de fevereiro, frente a igual período do ano passado

Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na primeira semana de fevereiro deste ano o Brasil exportou 12,3 mil toneladas de carne bovina in natura

A média diária foi de 4,1 mil toneladas no período, uma alta de 3,5% em relação a janeiro de 2017, entretanto, em relação ao mesmo período do ano passado, o volume embarcado diminuiu 21,5%. Caso o ritmo se mantenha ao longo do mês, as exportações deverão ficar próximas de 61,5 mil toneladas, o que representaria uma queda de 38,0% em relação ao exportado no acumulado de fevereiro de 2016, quando foram exportadas 99,2 mil toneladas de carne bovina in natura.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

União Europeia avança no mercado das carnes

Os números mais recentes do bloco indicam alta de 25% nas vendas externas de carne suína e de 17% na bovina

A União Europeia avançou nas exportações de carnes no ano passado. Os números mais recentes do bloco, e que vão de janeiro a novembro, indicam alta de 25% nas vendas externas de carne suína e de 17% na bovina. No setor de carne suína, o bom desempenho da União Europeia (28 países) se deve ao apetite chinês. As exportações totais do bloco de janeiro a novembro atingiram 3,8 milhões de toneladas. As exportações de carne bovina da União Europeia, em carcaça equivalentes e incluindo animais vivos, atingiram 635 mil toneladas até novembro do ano passado. A Turquia liderou as compras, adquirindo 62 mil toneladas. Hong Kong e Líbano vêm a seguir. Já as importações de carne bovina pelos europeus somam 310 mil toneladas, das quais 72% saíram da América do Sul. O Brasil liderou, com 131 mil toneladas, seguido de Uruguai e Argentina.

Folha de S.Paulo

Lucro líquido da Tyson Foods subiu 28% no 1º trimestre

Diante dos preços mais baixos da carne bovina, a receita com as vendas do negócio de carne bovina diminuiu 2,38%, para US$ 3,528 bilhões. O volume vendido, no entanto, aumentou 4,5%, e a margem operacional do segmento cresceu de 2% para 8,5%

A Tyson Foods, maior empresa de carnes dos EUA, reportou que teve um lucro líquido de US$ 593 milhões (US$ 1,59 por ação) no primeiro trimestre do ano­ fiscal de 2017, encerrado em dezembro. Trata-­se de um crescimento de 28% ante o lucro líquido de US$ 461 milhões (US$ 1,15 por ação) reportado no mesmo período do ano fiscal anterior. “É o melhor início de ano da história da companhia”, afirmou o CEO da Tyson, Tom Hayes, em comunicado. De acordo com o Tyson, o desempenho da companhia — lucro por ação, lucro operacional e fluxo de caixa — foi recorde no primeiro trimestre do atual ano ­fiscal. No período, as vendas da Tyson renderam US$ 9,182 bilhões, leve crescimento de 0,3% na comparação com receita de US$ 9,152 bilhões do primeiro trimestre do ano ­fiscal de 2016. Na mesma base de comparação, o lucro operacional da companhia aumentou 26,5%, chegando a US$ 982 milhões. A margem operacional da companhia aumentou de 8,5% para 10,7%. O desempenho da Tyson no primeiro trimestre do ano­ fiscal de 2017 foi impulsionado pelos negócios de frango e bovinos, que reportaram margem operacional recorde. Nos segmentos de carne de frango e alimentos industrializados, as margens ficaram próximas do nível “normalizado”. No primeiro trimestre, as vendas de carne de frango renderam US$ 2,7 bilhões à Tyson, crescimento de 2,6% ante os US$ 2,6 bilhões do mesmo período do ano ­fiscal anterior. A margem operacional desse segmento foi de 9,7%, ante 13,6% em 2016. Diante dos preços mais baixos da carne bovina, a receita com as vendas do negócio de carne bovina diminuiu 2,38%, para US$ 3,528 bilhões. O volume vendido, no entanto, aumentou 4,5%, e a margem operacional do segmento cresceu de 2% para 8,5%. No segmento de carne suína, as vendas renderam US$ 1,252 bilhão, crescimento de 3,2%. A margem operacional saiu de 13% para 19,7%. Já na área de alimentos industrializados a receita com vendas ficou praticamente estável, em US$ 1,895 bilhões, e a margem operacional recuou de 10,9% para 10%.

VALOR ECONÔMICO

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